Novo ataque violento em Caracas é registrado

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Nesta quarta-feira (5), Parlamento foi atacado durante evento de comemoração da Independência do país

Da Telesur

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, repudiou os ataques violentos registrados logo depois que chavistas se reuniram nos arredores da Assembleia Nacional para acompanhar o ato solene de leitura da declaração de Independência do país, realizada pelo vice-presidente Tareck El Aissami, em comemoração à data que completa 206 anos.

"Eu não vou ser cúmplice de atos violentos", assegurou o presidente venezuelano em seu discurso durante o desfile de comemoração da Independência que aconteceu nesta quarta-feira (4), no monumento "Paseo de Los Próceres", localizado na capital do país, Caracas.

Maduro convocou a oposição do país a encerrar os atos de violência que vêm ocorrendo no país desde abril, que buscam desestabilizar o governo, e insistiu que se deve buscar um acordo de paz através do processo Constituinte que começa a avançar no país.

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Nesta quarta-feira (4), uma multidão chavista se concentrou ao redor da Assembleia Nacional da Venezuela para acompanhar o ato de comemoração da Independência e ingressou no prédio para acompanhar o ato, onde permaneceram até o final do evento. Entretanto, ao final da leitura da declaração de Independência realizada pelo vice-presidente, parte das pessoas que estavam presentes voltaram ao monumento para presenciar o desfile cívico-militar em homenagem àqueles que lutaram pela independência da Venezuela, enquanto a outra parte permaneceu dentro do prédio onde posteriormente foram perpetrados atos de violência.

De acordo com os meios de comunicação locais, muitos parlamentares e manifestantes chavistas ficaram feridos.

A Defensoria Pública do país condenou os episódios de violência e solicitou que "os culpados sejam responsabilizados e punidos de forma exemplar".

Desde abril, a organização direitista autointitulada "Mesa de la Unidad Democrática" está realizando ataques violentos para desestabilizar o governo bolivariano. Desde então, pelo menos 80 pessoas morreram e centenas ficaram feridas durante estes ataques.

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