FALAR BRASILEIRO Certas supostas “verdades” imutáveis são ensinadas na escola e se entranham tão fundo nos corações e mentes que é quase impossível removê-las de lá. Uma dessas falácias é a tentativa de impor uma distinção nos usos dos demonstrativos “este” e “esse” (e suas flexões de número e gênero) e “isto” e “isso”.

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Muitos aspectos da nossa gramática só podem ser explicados quando comparados, não com o português europeu, não com outras línguas latinas, nem mesmo com outras línguas europeias, mas sim com línguas africanas, principalmente as do grupo banto, as primeiras a chegar por aqui. Por Marcos Bagno

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LÍNGUAS AMEAÇADAS Infelizmente, o número de línguas faladas no mundo, seja ele qual for, está em sério risco de sofrer uma drástica redução até o final do século XXI. Por Marcos Bagno

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LÍNGUA MATERNA OU LÍNGUA PATERNA? A língua materna — língua de mulher — sofre na maioria das sociedades as mesmas depreciações dedicadas ao gênero feminino: é o lugar do “erro”, do “desvio”, do “frágil”, do pouco confiável, do instável, do inconvenientemente sensível e sensitivo. Por Marcos Bagno

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Lorotas que aprendemos na escola O ensino explícito da gramática tem sido muito criticado, e com razão, desde meados do século passado. Com razão porque as promessas tradicionalmente feitas para justificar esse ensino nunca foram cumpridas. Por Marcos Bagno

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