Ditadura: Argentinos desapareceram no Brasil

Edição 189
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ARGENTINOS DESAPARECERAM NO BRASIL

Ação conjunta de duas ditaduras no Rio de Janeiro e em Uruguaiana (RS) ainda precisam ser esclarecidas

Por Mário Augusto Jakobskind

Os meios de comunicação têm noticiado os julgamentos de agentes do Estado argentino, civis e militares, que cometeram crimes contra a humanidade. Figuras da alta cúpula militar, entre os quais o general Rafael Videla e o Almirante Emilio Massera foram condenados à prisão perpétua e isso graças ao fato de o então presidente Nestor Kirchner ter jogado para o lixo da história a legislação do ponto final, a anistia que contemplava os tais criminosos.

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Apesar dos julgamentos e das condenações, inclusive de centenas de militares torturadores, ainda há muito a esclarecer sobre casos obscuros ocorridos durante o período ditatorial em que Rafael Videla, Emilio Massera, Reynaldo Bignone, entre outros, comandavam com ferro e fogo mandando matar e sumir com os corpos para evitar cobranças internacionais.

O próprio Videla, sem se arrepender, reconheceu recentemente, em entrevista concedida ao jornalista argentino Ceferino Reato, que foram entre 7 mil e 8 mil os assassinados cujos corpos desapareceram para não causar comoção interna e internacional. O depoimento de Videla foi transformado em livro com o título Disposição Final - uma analogia à solução final.

Leia a reportagem completa na edição 189 da revista Caros Amigos, nas bancas ou loja virtual

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