A TELENOVELA VENCEDORA E O CINEMA VENCIDO
Por Gilberto Felisberto Vasconcellos
A telenovela nascida em 1965 combateu o nacionalismo trabalhista de Leonel Brizola e Darcy Ribeiro. A telenovela tem sido a cocaína dos pobres, a mais valia ideológica do capitalismo videofinanceiro. Hoje a TV Globo pega no pé de Hugo Chávez como se fosse o Leonel Brizola, assim como tripudia Evo Morales, o índio boliviano que revive Darcy Ribeiro.
Leonel Brizola, em 1989, não contou com Glauber que morreu em 1981. Aí vieram Roberto D’Avila e o filho de Barbosa Lima Sobrinho, ou seja, a estética do eurocomunismo liberal. Brizola ficou desprovido de uma estética anti-imperialista. D’Avila, em termos de trabalhista era muito fraco do ponto de vista político e estético.
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